
Este Verão viveu-se em constante sobressalto. Sobretudo no final de Julho e durante a primeira quinzena de Agosto, raros foram os dias em que se respirou ar puro e no horizonte mais próximo não se sentiu a ameaça de grandes incêndios.
Na margem sul do Rio Mondego ardeu tudo desde a ponte que liga a estrada de Nelas a Seia até à ponte Palhês. Daí em diante passou a ser a margem norte do rio Mondego onde o fogo consumiu a floresta das freguesias de Santiago de Cassurrães, Povoa de Cervães, Abrunhosa-à-Velha, Chãs de Tavares e Várzea de Tavares no Concelho de Mangualde. Em São João do Monte próximo de Vila Ruiva, no concelho de Nelas, também ardeu a encosta norte do vale do Rio Mondego.
Ao longe, na encosta de Serra da Estrela durante vários dias avistavam-se linhas de fogo com vários quilómetros de extensão a incinerar o parque natural. Aquele inferno parecia não ter fim.
Obrigado a todas as pessoas que ajudaram a combater este incendio,que deixaram a sua vida para apagar estas chamas,que se nao fosse estas pessoas a ajudar os bombeiros a combater seria muito pior.Pena é que muita da nossa gente ja não liga a isto, pensam que os bombeiros sao pagos para combaterem os fogos.Mas esquecem se que os bombeiros voluntarios não sao pagos e arriscam a sua vida todos os dias, e as pessoas por vezes nem um obrigado dizem,nem esse simples gesto sabem fazer.Nâo, as pessoas ainda mandam vir com eles, porque não vieram a tempo para salvar a propriedade deles, em vez de perguntem se precisam de algo de beber ou de comer.Obrigado a(s) pessoa(s)que tiraram estas fotos,tao espetaculares.Abraço
Sei que não é o melhor motivo mas tens aqui uma excelente reportagem.
Prabens
Vitor martins
BlackJack,
Tomo com minhas as suas palavras. Aproveito o seu comentário para fazer uma especial menção a enaltecer o trabalho dos bombeiros que não ficou explicita no artigo. Faltou esse merecido e especial agradecimento a eles e a todos quantos acudiram.
De resto os seus comentários fizeram-me recordar uma situação que presenciei num incêndio há aproximadamente 15 anos na Abrunhosa do Mato / Cunha Baixa, em que o primeiro carro dos bombeiros a chegar ao local, penetrou na mata até junto das chamas, desenrolou as mangueiras e, teimosamente, quando se tentou ligar o motor da bomba, nada - É que nem muge nem tuge.
Os pobres bombeiros exaustos depois de vários dias consecutivos de combate a fogos, com equipamentos velhos e sem tempo para manutenção, ainda tiveram que levar com alguns proprietários (bestas) que mais pareciam animais enraivecidos armados em técnicos.
Cumprimentos,
Obrigado amigo Alex, por ter acabado o meu raciocinio.Ainda não lhe tinha agredecido mas agradeco agora, pelo seu trabalho e esforço que por aqui tem demontrado a todos nós.A nossa terra pode se orgulhar por ter um bloq com todas as noticias da nossa terra, que podem ser vistas a qualquer hora e em toda a parte do mundo, os nossos que por motivos mais fortes não passam aqui todos os dias, podem ver e recordar, aqui a sua terra mãe.